sábado, 6 de dezembro de 2008

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Algumas coisas me dão tesão demais, mesmo que sejam pouco usuais. Não estou falando de fetiches, até proquê os meus são pro demais bizzarros,mas putz!
Comprei mais cedo um livro que já nas primeiras páginas me deu um tesão filho da puta.
Mate-me por favor!, escrito por Legs McNeil e Gilliian McCain, e publicado pela L&PM Pocket.

Cacete, contar a história do Punk já merece pontos logo na saída, e aind afazer isso de forma dinâmica me conquistou. Putz, comecei a ler na rua memso e não mais de uma vez tropecei.
e ao ler fui transportado para alguns anos atrás onde no alge de minha adolescência, ouvia Punk e não em considerava um por ter descoberto o que isso significava. POrra, foram tantas noites de shows e mochs que fico surpreso de ainda estar vivo e com as canelas intactas.
Tantos amigos da época que hojhe já se casaram, tiveram filhos e alguns até morreram. Enfim, uma vida se passou e fiquei pensando o que aquele muleque de 15 anos ia pensar de mim agora. Será que fiz jus aos meus atos e crenças, ou me vendí ao sistema, como diriamos na época.
Creio que o livro soube despertar a form acomo viviamos na época. com um tesão filho da puta pela vida e fodendo-a de mil formas diferentes. Foi um bom tempo de bebida, sexo (mesmo que teórico) e muitas drogas. Som muito alto por favor e nem sempre compreensivo.
Enfim, se me visse diria que o tempo me melhorou em alguns aspectos e mme piorou em outros. se olhasse o Jardel daquele tempo saberia que ele faria coisas que nem sonhava, mas que teria feito coisas que jurava não fazer e que ao fazer nem se sentiu mal.
Me xingaria pro algumas coisas e me parabenizaria. Principalmente pelas mulheres que eu ainda ficaria e me apaixonaria.


Agora ficou um clima nostalgico, Ainda bem que estou em UBá e posso ver a galera das antigas. e beber até relembrar tudo que aprontei e viver novashistórias para contar depois.


P.S> por falar nisso, estar em Ubá me dá muito tesão de viver também.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Emergir



Acordar no dia seguinte sempre é um susto. Depois de um sono pesado povoado por sonhos e pesadelos que se misturam aos acontecimentos anteriores, voltar à realidade é difícil.
É como voltar à tona depois de um mergulho. Lá em baixo tudo é meio difuso e lento, e os sons são difíceis de assimilar.
e só agora posso pensar no que aconteceu.
A noite passou numa velocidade imensa e tudo que fiz, foi sem arrependimento. Mas mesmo assim ainda há algo que incomoda. Tivemos momento pesados e sem pensar direito, fui falando o que sentia e se por um lado estou mais leve por ter sido sincero, estou morrendo por não te ter. Não pude mais agüentar suas duvidas e acabei por tomar minha própria decisão.
Não é um bom momento para te ver, sei que o tempo que pedi será suficiente para estragar qualquer coisa boa que existiu, mas contigo estava difícil respirar.
Me martirizava no peito, um coração que não sabia o que queria perto futuro, mas que sentia sua falta e queria bater ao lado do teu. Na cabeça ficava uma razão angustiada pensando se aquilo valia mesmo à pena, e se dependesse dela não haveria envolvimento. O resultado foi este afastamento que se não mata, ajuda a derrubar.
Ainda guardo teus beijos como boas lembranças, ainda sei que você gosta dos meus, mas se conseguíssemos tirar só o bom deste momento, ainda estaríamos juntos.
Que fique aqui uma homenagem ao que foi e ao que não foi. Fica a lembrança de um tempo bom, mas angustiante, e que sejamos melhores daqui para a frente.




Mas cá entre nós, para que isso? Ainda te quero e você me quer, e é verdade que não haverá namoro, mas eu tenho um bom currículo como amante, pode pesquisar!

Fique com meus beijos senhorita e fique tranqüila que numa curva destas do mundo ainda volto a te encontrar e te roubo uns beijos somente para relembrar o quanto eles são bons.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Da parte dela.....


Não Havia jeito. Mesmo fugindo dele, evitado suas investidas e saindo em viagens sem sentido, não foi possível esquecê-lo. Tanto esforço, tantas noites sem sono, resistindo ao desejo de vê-lo, tudo indo por água abaixo ao estar diante dele.
Ele vindo com seu caminhar imponente e o gingado de alguem que está plenamente feliz, desconcertam qualquer um. Um rosto bem vivido, mas que conserva a jovialidade e os olhos que brilham intensamente ao me ver.
Desarmada, era como me sentia e o abraço que ele me deu não ajudou a melhorar. Me lembrei exatamente porque fugi.
Naqueles braços eu me perdia e sentindo-me tão bem, acabava me enchendo de duvidas. Eu me perguntava se merecia tudo aquilo, e chegava até a duvidar se era realmente verdade. Mas eu sabia que o beijo que ganharia a seguir faria qualquer questão perder a importância. Era a felicidade que tanto buscara, mas quando conseguiu, não sabia o que fazer. E a angustia que sentia quando ele a deixava fazia com que a fuga fosse a única opção, pois resistir era quase impossível...

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... e ela novamente se afastou, e ele também. Ambos ficaram muito mal, mas conseguiram superar. E ela hoje, ao vê-lo com novas paixões, imagina se eles estão felizes como ela foi junto a ele. Mas fica sempre o sabor amargo de não ter sido plenamente feliz pelo medo que esta situação trás.

E mais uma vez ficou provado que o ser humano não sabe ser feliz, tem medo de se entregar e viver a beleza dos momentos pequenos juntos e que são de uma intensidade enorme. Enfim, desconfiado, sempre pensa não merecer aquilo e consegue estragar tudo, se condenando a uma vida amena e morna, cheia de "se"s nunca resolvidos e possibilidades não tentadas.

É sempre mais fácil desconfiar de uma bela rosa sem espinhos, do aproveitar seu perfume antes que ela morra.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Antes que seja tarde


Antes que seja tarde, eu gostaria de dizer que não quero dormir
quero protelar mais um pouco o dia que antecede o fim. As mudanças vão acontecer, mas amanhã
amanhã terei que enfrentar minhas verdades e me ter com meu destino. Amanhã poderei perder o que procurei pro tanto tempo. Amanhã meu chão poderá ser tirado de mim novamente. Por isso não quero dormir. Dormindo, estarei indo para o amanhã sem lutar e não quero isso.

Posso vislumbrar o que vou perder e não quero perder meu norte nesta tempestade que chamo de vida. Posso enfrentar o amanhã com um pouco de ajuda, mas como pedi-la se sei que amanhã será você que me derrubará?


Amanhã vou te perder, amanhã vou me perder.

Por isso hoje quero me agarrar aos sentimentos que nutri em mim, e que vi germinar em você. Mas o que em mim se transformou em densa floresta, em você morreu por medo.

Por que você tem medo de gostar?
Por que você tem medo de se entregar?
Por que você tem medo de estar ao meu lado?

Gostaria que você estivesse ao meu lado quando o mundo ruísse, quando a tempestade chegasse e queria reconstruir o mundo contigo ao meu lado. Mas você têm medo. Enquanto assumia que estava gostando de você, te vi se afastando por não compreender isso, por achar que isso não era possível.

Mas acabo notando que ao contrario de você, a quem o medo paralisa, em mim, me faz mover. Tenho medo do amanhã, mas vou acordar e ir vencer minhas batalhas e agüentar minhas derrotas.

Mas antes que seja tarde gostaria de dizer que você foi a luz que me guiou na escuridão em que me tranquei, e que sou grato por isso. Tenho pena de sua covardia, mas quem tomou as decisões foi você e por mais que elas me envolvessem, teria que aceitá-las.

Fica com este pouco e mim dizendo um tanto sobre nós. Fica assim, e fica bem, por que te gosto. E ficam os meus votos de que você vença o medo e consiga se entregar a alguém, e que este alguém seja a pessoa certa a te merecer.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Adios Amigo!




Acordo e descobro que o Pika(chu) Morreu. Já esperava isto acontecer e até derramei um monte de lágrimas escondidas. Sei que não era o melhor cuidador dele, sei que ele também me mordia exatamente como qualquer um que se aproximava. Mas mesmo assim a dor não foi menor.

Já estava na republica a anos e sempre causou problemas. Seja alguns que tacavam fogo no rabo dele, seja outros que chutavam sua gaiola, eu sempre estava lá xingado estas pessoas que não entendiam que ele ficava dentro da gaiola e de lá não saia. Se ele mordia quem se aproximava era em parte culpa da pessoa que levava as dentadas.
Sei lá, é difícil escrever sobre ele. Queria escrever até a dor de perdê-lo passar, queria escrever até ele vir e morder meu pé, mas sei que não conseguirei.
Fica aqui uma pequena homenagem e a confissão sobre as saudades que sentirei dele.


P.S. Fiquem tranqüilos, quem o conheceu sabe que ele não se entregou à morte sem lutar e deve ter distribuído muitas dentadas no processo.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Cervejas, copos de café, leve monotonia e música alta para espantar o tédio

Hoje acordei com vontade de fazer algo magnânimo, que me fizesse entrar para a historia pela porta da frente da fama. Tentei bravamente, mas hoje não era o dia.


Gastei meu tempo fazendo relatórios, xingando o povo daqui de casa e lendo revistas e livros. Normalmente depois de voltar de uma viagem, preciso de um tempo para me readaptar à vida que deixei para trás durante um tempo. Voltar à rotina, às pequenas coisas do dia. Mas a viagem continua reverberando dentro de mim infinitamente, tal qual uma pedra jogada na mesmice em que o algo vive e as ondas criadas acabam criando padrões interessantes e inesperados.


Tive noticias sobre minha Bela, sobre pessoas que quiseram me ver e não puderam. Enfim, eu estava lá, quem quisesse poderia me ver, mas infelizmente eu tenho o dom extremo de não ser achado. Ligar para o meu celular é ter a certeza de que não atenderei. Não é por querer, mas sou tão disperdo que nunca o ouço tocar e por quase nunca ter créditos, não retorno a ligação. Isso sem contar os números que não consigo identificar, afinal a pouco tempo apaguei todos os números do meu celular e tenho que admitir que ando vivendo bem sem eles.


Fica uma consideração sobre Divinópolis: Foi bom, foi ótimo até. Não foi como o planejado, consegui fazer as palestras, ouve uma boa aceitação, mas eu acabei indo para lá e cumprindo papéis não esperados e acho que a vida por vezes nos leva a caminhos estranhos, por vezes sem sentido, mas que pelo menos ajudam a resolver algumas questões, se não nossas, das pessoas ao redor.


Enfim, um texto leve e devagar, para um dia nublado e ameno. Sem grandes emoções, sem grandes preocupações.